
OK, reconheço este título é um pouco injusto (quem sabe bastante), mas é um fato que a Geração Y e seu estilo de vida – viciados em dispositivos móveis, impacientes e mais preocupados em pedir um Uber do que com a morte da indústria dos táxis- são objetos de várias críticas.

Apesar da incerteza enfrentada pelas empresas latino-americanas em 2016, dificuldades políticas em vários países, pouca credibilidade das instituições e baixas expectativas de crescimento – os diretores de Recursos Humanos não se abalam com este cenário desfavorável, e continuam lutando para modernizar sua gestão.

Em todos estes anos em que a GOintegro vem liderando o mercado latino-americano de plataformas de engajamento para colaboradores (no ano que vem completamos 15), nossa cultura interna tem sido peça fundamental para alcançar nossa metas organizacionais e comerciais.

Este caso de sucesso de rede social corporativa e reconhecimentos a colaboradores mostra a experiência da WOM, uma das principais operadoras de telefonia celular e internet móvel do Chile.

Work smart, not hard (não trabalhe duro, trabalhe com inteligência) é uma regra de ouro que muitos altos executivos e gurus de gestão, incluindo os de maior sucesso no mundo seguem todos os dias.

Há algumas semanas fiz um post com o título 5 vantagens de gerenciar a comunicação interna com apps, onde mencionei como o surgimento das novas tecnologias sociais e móveis estão mudando de maneira irreversível, e para melhor, a gestão do departamento de Recursos Humanos.

Cedo ou tarde os gerentes e diretores de Recursos Humanos que desejam potencializar o impacto de seus programas de reconhecimentos para colaboradores com algum tipo de prêmio ou recompensa se deparam com esta pergunta: Como tangibilizar o reconhecimento? Com pagamentos em dinheiro ou recompensas não financeiras como gift cards, experiências, etc.?

No dia 7 de abril realizamos nossa Demo online com a plataforma de reconhecimentos para colaboradores que contou com a participação de profissionais da área de Recursos Humanos em busca de melhores tecnologias para reter seus colaboradores cada vez mais propensos a mudar de emprego.

Hoje em dia, quando o trabalho deixou de ser “para a vida toda”, e a gestão de talento se dificulta pela maior mobilidade do mercado de trabalho, os diretores de RH devem mostrar claramente o que diferencia sua empresa do resto e porque os colaboradores deveriam escolhê-la ou permanecer ali.

Toda diretoria de Recursos Humanos que procure modernizar a tecnologia da área deverá tomar a decisão de que modelo de tecnologia implementar: aquele que gera um gasto operacional (ou Opex) ou o que se traduz em gasto de capital (ou Capex). Esta decisão tem um impacto importante na gestão financeira da organização, e portanto é fundamental entender bem suas diferenças.

No dia 3 de março realizamos nossa demo demo online plataforma para comunicação interna, que contou com a participação de profissionais de Recursos Humanos que buscam melhorar o conhecimento dos valores, mensagens e benefícios da empresa por parte dos colaboradores.

Nos últimos 15 anos, a modalidade de Software as a Service (SaaS) se colocou como uma alternativa ao modelo on-premise, o padrão tradicional de software para empresas, onde o aplicativo roda em servidores comprados e mantidos pela organização.

Os gerentes de Recursos Humanos estão sob constante pressão para elevar a eficiência e melhorar o serviço que a área oferece aos colaboradores. Isso é um grande desafio em termos operacionais, já que os Recursos Humanos processam uma grande quantidade de dados e realizam muitas tarefas administrativas.

Levante a mão se esta situação te parece familiar: você trabalha em Recursos Humanos, você conta com um programa para reconhecer seus colaboradores, e você está investindo todo o seu orçamento nesta iniciativa, mas ainda não consegue os resultados esperados.
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